O nível da organização da manutenção reflete as particularidades do estágio de desenvolvimento industrial de um país. A partir do momento em que começa a ocorrer o envelhecimento dos equipamentos e instalações, surge a necessidade de uma racionalização das técnicas e dos procedimentos de manutenção.

No entanto, com o passar dos anos e o amadurecimento industrial, fez-se sentir a pesada necessidade de reestruturação no nível e na filosofia da organização da manutenção, de modo que hoje, já temos um esforço maior nesse sentido, e podemos até dizer, que a manutenção ganha o seu destaque no processo produtivo, como não poderia deixar de ocorrer, em benefício próprio das empresas e indústrias.

 

MANUTENÇÃO CORRETIVA

A manutenção corretiva é a forma mais óbvia e mais primária de manutenção; pode sintetizar-se pelo ciclo "quebra-repara", ou seja, o reparo dos equipamentos após a avaria. Constitui a forma mais CARA de manutenção quando encarada do ponto de vista total do sistema. Pura e simples, conduz a:

  • Baixa utilização anual dos equipamentos e máquinas e, portanto, das cadeias produtivas;
  • Diminuição da vida útil dos equipamentos, máquinas e instalações;

MANUTENÇÃO PREVENTIVA

A Manutenção Preventiva, como o próprio nome sugere, consiste em um trabalho de prevenção de defeitos que possam originar a parada ou um baixo rendimento dos equipamentos em operação.

Esta prevenção é feita baseada em estudos estatísticos, estado do equipamento, local de instalação, condições elétricas que o suprem, dados fornecidos pelo fabricante entre outros. Dentre as vantagens, podemos citar:

  • Diminuição do número total de intervenções corretivas, aligeirando o custo da corretiva;
  • Grande diminuição do número de intervenções corretivas ocorrendo em momentos inoportunos como por ex: em períodos noturnos, em fins de semana, durante períodos críticos de produção e distribuição, etc.

MANUTENÇÃO PREDITIVA

Manutenção preditiva é a atuação realizada com base em modificação de parâmetro de CONDIÇÃO ou DESEMPENHO, cujo acompanhamento obedece a umas sistemáticas condições básicas:

  • O equipamento, o sistema ou a instalação devem permitir algum tipo de monitoramento/medição;
  • O equipamento, o sistema ou a instalação devem merecer esse tipo de ação, em função dos custos envolvidos;
  • É fundamental que a mão-de-obra da manutenção responsável pela análise e diagnóstico seja bem treinada. Não basta medir; é preciso analisar os resultados e formular diagnósticos.

MANUTENÇÃO DETECTIVA

Manutenção detectiva é a atuação efetuada em sistemas de proteção buscando detectar falhas ocultas ou não-perceptíveis ao pessoal de operação e manutenção.

ANÁLISE DO ÓLEO

O óleo mineral em transformadores tem a função de isolar eletricamente e refrigerar a parte ativa. A qualidade do óleo afeta diretamente a performance e degradação geral do transformador.

É prática comum das equipes de manutenção realizar ensaios de laboratório para determinar se as condições do óleo isolante estão adequadas para o funcionamento do equipamento. Os principais ensaios são: inspeção visual, físico-químico, cromatografia e rigidez dielétrica.

FÍSICO-QUÍMICA

Análise de óleo Físico-Química são ensaios fundamentais capazes de diagnosticar a qualidade do óleo mineral isolante, com agilidade e precisão necessária, dando subsídios confiáveis para programação e planejamento da melhor forma de atuação junto ao problema encontrado no equipamento.

Umidade, borra, compostos ácidos, aquecimento, descargas internas, são alguns dos problemas que podem estar afetando seus transformadores. Por meio da análise periódica do óleo mineral isolante, podemos identifica os riscos e implementa projetos que evitam o desgaste e prolongam a vida útil do seu equipamento.

ANÁLISE CROMATOGRÁFICA

Uma Análise Cromatográfica dos gases determina a concentração dos gases dissolvidos no óleo mineral isolante. A sua formação no interior dos equipamentos pode ser causa de algum tipo de problema, como mau contato entre componentes internos, fugas de energia entre espiras, esforço à altas correntes de curto circuito e tempo de trabalho prolongado com cargas elevadas.

Através de um equipamento denominado cromatógrafo é possível quantificar a concentração dos seguintes gases: H2, O2, N2, CH4, CO, CO2, C2H4, C2H6, C2H2. Um diagnóstico confiável de cromatografia é baseado na avaliação da evolução dos gases em relação às análises anteriores.

RIGIDEZ DIELÉTRICA

A rigidez dielétrica é a medida da capacidade dos óleos isolantes para suportar tensões elétricas sem apresentar ruptura do dielétrico. O teste envolve a aplicação de uma tensão alternada a uma taxa controlada a dois eletrodos imersos no fluido isolante, separados por uma distância padrão.

Quando da aplicação da tensão, em um determinado momento ocorre a ruptura do dielétrico, neste instante é registrado a tensão de ruptura dielétrica do líquido isolante.

Contaminantes, como água, sedimentos e partículas condutoras reduzem a rigidez dielétrica do óleo isolante.

A combinação destes contaminantes tendem a reduzir a rigidez dielétrica em um grau maior do que os mesmos contaminantes isoladamente.

 


É trabalhar com profissionais experientes, oferecendo um trabalho personalizado, sempre voltado a satisfação do cliente e de nossos colaboradores, com isto oferecendo algo mais em diferencial.

Todos os orçamentos são cautelosamente estudados e planejados de forma a não esquecermos detalhes da instalação seja para informação do cliente ou para execução.

Buscamos oferecer a tranquilidade de nossos clientes quanto a possíveis e prematuros desgastes de equipamentos e máquinas, através da elaboração de periódicos das manutenções citadas, evitando assim inesperadas paradas de manutenção corretiva.

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